Vivo intervalos ao sentir
seus olhos distanciados
cubro espelhos em minha casa
sem reflexo trato meu trajeto
em inflexões e cumprimentos
intervalos devoram suas presas
em pagamentos espúrios
das sobrevivências anômalas
com que minotauros choram
culpas não solicitadas
do início ao tempo (a)final
dos movimentos sigo a sombra
em lentos passos na completeza
dos intervalos: sonhos acompanham
o corpo no trajeto.
(Pedro Du Bois, inédito)
EDITORIAL - 15 ANOS DA REVISTA CERRADO CULTURAL
Há 3 semanas

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