Abraços
e beijos juras eternas
de amizade e paixão
caderno preenchido em sonhos
o primeiro porre embebedado
na angústia de nos fazermos
estéreis vidas: aceno ajuizado
na incerteza de sermos os mesmos
no passar dos anos
instantes
na falta de memória
na falta de contato
na falta de afinidade: no tempo
justo da igualdade nos tornamos
diversos em caminhos opostos
paralelos
confluentes
no olhar antes da porta aberta.
(Pedro Du Bois, inédito)
A Novidade
Há um dia
Pedro, muitas vezes não deixo comentário nos blogs dos queridos amigos de minha lista de sites que sigo, mas passo regularmente para vê-los. Hoje me identifiquei com este seu poema, encontrando na memória trechos de vida...
ResponderExcluirObrigada por nos despertar momentos de ternura!
Luísa
Eu é que agradeço, Luísa, pelo retorno. Abraços, Pedro.
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