Não escreva
quando a hora
for essa:
cachorros ganindo
pios de corujas
barulho de carros
passando ao longe
cessam as histórias
palavras são recolhidas
começam as orações: crentes
corações despedaçados
não aumente suas angústias
nem os gritos dos animais
em palavras que se bastam.
(Pedro Du Bois, OS CÃES QUE LATEM)
A Novidade
Há 22 horas
querido poeta, como sempre um poema para nos deliciar, temos mesmo que ter a hora certa para tudo, adoro receber seus escritos, sempre têm uma mensagem e sempre com lindos.
ResponderExcluiraproveito para alertar que um sociopata, está invadindo nossos blogs, pessoa sem o minímo pudor, que se esconde no anonimato, entrou no meu e deixou seus nojentos escritos,temos que tomar cuidado, denomina-se sete e meio, ainda consegui achar uns mediocres para segui-lo, deixou sua marca espuria, com palavras de baixo calão, deprimente.
http://se7emeio.blogspot - cuidado.
tenha uma boa semana, bjs
Todos dormem...ou fingem...
ResponderExcluirUm beijo, poeta. Lindo, como sempre.
Caro Pedro,
ResponderExcluirA palavra escrita precisa de um mínimo de silêncio interior.
"Não aumente suas angústias/nem os gritos dos animais/em palavras que se bastam".
O verso também tem hora certa para eclodir.
Bom fim de semana!
Beijos fraternais, Alice
Caro Pedro,
ResponderExcluirA palavra escrita precisa de um mínimo de silêncio interior.
"Não aumente suas angústias/nem os gritos dos animais/em palavras que se bastam".
O verso também tem hora certa para eclodir.
Bom fim de semana!
Beijos fraternais, Alice
Caro Pedro, sua arquitetura poética é da melhor qualidade. Seus poemas alcançam uma estesia que nos faz cada vez prosseguir nesta caminhada pelas alamedas coruscantes da poesia.Li essa serie de poemas no seu blog e fiquei, confesso, num dilema quase haletiano: não sei se aplaudo ou o invejo. Abraço.
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