Afago o rosto
que olho agora
em outros olhos
escolho o caminho
traçado na pluralidade
dos conflitos e debates
dialeticamente
estorvo a passagem
de outros pássaros
negros
simples, afago o rosto
que agora me olha.
(Pedro Du Bois, em DAS DISTÂNCIAS PERMANENTES)
Vieste como um barco
Há um dia

Boa noite Du Bois! Sempre um poema de ótima qualidade.
ResponderExcluirDu Bois e sua poesia = a mistura fina!
abraços!
Lu C.
Os afagos poéticos encantam este domingo.Abraços
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