Sou o castigo
em postiça forma
culpada na tipicidade do ato
amo
como amam os insanos
- como os vejo amando -
em inimagináveis fases
de fragmento e enlevo
torço o rosto ao desgosto
da lâmina brilhante sobre a face
no assalto concluído em fuga
fuga de sentimentos
irrealizados em ondas
deletérias de paixão
retoco a tinta no sentido
do vento a balançar a flor
sobre a amurada
da minha ausência
amo
sendo o amor
agora.
(Pedro Du Bois, inédito)
segunda-feira, 24 de março de 2014
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