aguda voz
perfurante
contundente
rasga espaços
ao reordenar o avanço
do verso retratado na canção
aguda vez inconfidente
que ao olho espreita verdades
retocadas diante do espelho
aguada palavra em umidade
recorrente dos motivos
declarados inconscientes
a voz se cala e o eco repete
na perfuração alcançada
pela mensagem dos amores
evidenciados em sorrisos
(Pedro Du Bois, inédito)
quarta-feira, 27 de maio de 2015
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