A ilha é o regresso da história
refundida em solo amadurecido.
Basalto resfriado
da memória calcária.
Recesso do espaço desocupado.
A chuva desfia a imobilidade
da pedra e a penetra em gotas
conspurcadas. A pedra explode
traços. Desafia
a gravidade e deposita
o verde em recomeço.
De todos os lugares o verde se anuncia
como novo: a arca na comiseração
das feras é ilha ensanguentada.
(Pedro Du Bois, inédito)
A Novidade
Há 2 dias
Muito bons seus poemas... Todos eles, precisamos compartilhar com nossos outros poetas!
ResponderExcluirAbraços,
Grato, Tânia, pelo seu retorno. Volte sempre. Abraços, Pedro.
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