Nenhum sino badala verdades
nos secos tempos de fanfarras
em que nos escondemos
em ruas iluminadas
e atravancadas
de nossos iguais
o barulho nos acompanha
como garantia e vida.
Olhos se dirigem ao próximo
com quem cruzamos na calçada
admiramos o corpo
repelimos o corpo
somos corpos enfeitiçados
em condições estéticas
de frias e congeladas ideias
onde não badalam sinos.
(Pedro Du Bois, inédito)
A Novidade
Há um dia
Poeta, mil obrigados de sempre pelos livros, pela generosidade, pela arte que domina este blog de ponta a ponta. Por tudo.
ResponderExcluirAmigo Andel, eu é que sempre agradeço pela sua visita e leitura. Abraços, Pedro.
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