O rosto
demonstra
desassossego
no que vê
internamente
no que lhe contam
inutilmente
no que entende
antes do tempo
tenso rosto
e a janela
cortina
aberta ao futuro
que não retorna
a esquina se faz longe
o rosto tenso
aprisiona o ciúme.
(Pedro Du Bois, 6° Concurso Nacional de Poesias “Poeta
Nuno Álvaro Pereira”, Editora Valença, RJ)
A Novidade
Há um dia
Parabéns pelos textos!
ResponderExcluirQueremos sua companhia no passeio "Entrando no Mato" do Multivias.
Um abraço, amigo!
Nem sei o que dizer, Pedro.Fico sem palavras, sinceramente...
ResponderExcluirParabéns!!!!
Um beijo